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SINAIS VITAIS

Aliado ao exame da cabeça aos pés, esses sinais são valiosas fontes de informação, que permitem um diagnóstico provável do que está errado com a vítima e, o que é muito importante, quais são as medidas que devem ser tomadas para corrigir o problema.

Esses sinais estão esquematizados nas Tabelas

COR DA PELE

Observação

Causa Provável

 

Vermelha

Acidente vascular cerebral, hipertensão arterial, ataque cardíaco, coma diabético

 

Pálida, Cinzenta

Choque, ataque cardíaco, hemorragia, colapso circulatório, choque insulínico

 

Azulada, Cianótica

Deficiência respiratória, arritmias, falta de oxigenação, doenças pulmonares, certos envenenamentos

 

 

TEMPERATURA DA PELE

Observação

Causa Provável

 

Fria, Úmida

Choque, hemorragia, perda de calor do corpo, intermação

Fria, Seca

Exposição ao frio

Fria, com sudorese excessiva

Choque, ataque cardíaco

Quente, Seca

Febre alta, insolação

Quente, Úmida

Infecções

 

 

 

 

TAXA RESPIRATÓRIA POR MINUTO

Normal Adulto 12 a 20

Criança (1 a 5 anos) 25 a 28

Criança (5 a 12 anos) 20 a 24

Bebê (0 a 1 anos) 30 a 70

Rápida Adulto + 30 (problema sério)

Criança (1 a 5 anos) + 44 (problema sério)

Criança (5 a 12 anos) + 36 (problema sério)

Bebê ( 0 a 1 ano) + 70 (problema sério)

Lenta Adulto - 10 (problema sério)

Criança (1 a 5 anos) - 20 (problema sério)

Criança (5 a 12 anos) - 16 (problema sério)

Bebê (0 a 1 ano) - 30 (problema sério)

Para medir a taxa respiratória, deve-se contar o número de respirações realizadas pela vítima no intervalo de 30 segundos e multiplicar por 2.

PULSO

Deve-se determinar se o pulso é normal, rápido ou lento; se o ritmo é regular ou irregular, e se, quanto à força, ele é forte ou fraco.

Na análise secundária, o pulso pode ser sentido na artéria radial. Caso não seja possível, procurar determiná-lo na artéria carótida.

Utilizar os dedos indicador e médio para verificar o pulso da vítima. Nunca verificar pulso através do polegar, pois o socorrista poderá se enganar, sentindo o seu próprio pulso ao invés do pulso da vítima.

Observar a Tabela 15.6 para determinar a taxa do pulso.

Pequenas variações para mais ou para menos devem ser consideradas normais, levando-se em consideração o "stress"da vítima envolvido em um acidente ou com um súbito problema de saúde.

Considerar como sinais sérios pulsos abaixo de 50 ou acima de 100 por minuto, em vítimas adultas, e abaixo de 60 batidas por minuto, em crianças.

PULSO POR MINUTO

Normal Adulto 60 80

Criança (1 a 5 anos) 70 a 110

Criança (5 a 12 anos) 65 a 160

Bebê (0 a 1 anos) 150 a 180

Rápido Adulto + 80

Criança (1 a 5 anos) + 110

Criança (5 a 12 anos) + 160

Bebê ( 0 a 1 ano) + 180

Lento Adulto - 60

Criança (1 a 5 anos) - 70

Criança (5 a 12 anos) - 65

Bebê (0 a 1 ano) - 150

 

 

 

 

TIPOS DE PULSO

Observação Causa Provável

Rápido e Forte hemorragia interna (estágios iniciais), ataque cardíaco, hipertensão

Rápido e Fraco choque, fadiga pelo calor, coma

Diabético, falência do sistema circulatório

Lento e Forte acidente vascular cerebral, fratura de crânio, lesão no sistema nervoso central

Ausência de pulso parada cardíaca

TOMANDO O PULSO

Ao determinar o pulso por minuto, procurar sentir a sua regularidade e força.

Contar o número de batidas durante 30 segundos e multiplicar por 2.

3. Respiração

Respirar é essencial. Se esse processo básico cessar todas as outras funções vitais também serão paralisadas.

Com a parada respiratória, o coração em pouco tempo também vai deixar de bater. Quando isso ocorre, lesões irreversíveis nas células do sistema nervoso central começam a acontecer, após um período de aproximadamente seis minutos.

3.1. Vias Aéreas

Dentro da análise primária, o socorrista deve promover a abertura das vias aéreas e assegurar, desta forma, a respiração adequada. Utilizar o método de elevação do queixo e rotação da cabeça para vítima que seguramente tem afastada a possibilidade de lesão cervical. Caso haja suspeita desse tipo de lesão, optar pela tríplice manobra para prover a ventilação necessária.

Quaisquer desses métodos assegurarão adequada abertura das vias aéreas, o que, em muitos casos, resolverá os problemas de obstrução parcial, principalmente aqueles causados pela própria língua da vítima.

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